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Forma de papel ou de alumínio: qual a melhor escolha para a indústria alimentícia?

FORMA DE PAPEL OU DE ALUMINIO

Forma de papel ou de alumínio: em qual investir?

Durante décadas, o alumínio esteve presente em diferentes etapas da produção de alimentos. As formas metálicas são resistentes, duráveis e podem ser reutilizadas. No entanto, quando analisamos toda a cadeia, desde a fabricação da forma até o transporte, a utilização, a higienização e o descarte, a escolha do material passa a envolver muito mais do que resistência.

Para determinadas aplicações de panificação e confeitaria, as formas de papel podem oferecer uma combinação de desempenho, praticidade e sustentabilidade que o alumínio não consegue entregar da mesma maneira.

Neste artigo, vamos explicar as principais diferenças entre a forma de papel e de alumínio, tanto descartáveis quanto reutilizáveis, e por que o papel vem ganhando espaço na indústria alimentícia.

Forma de papel ou de alumínio: a comparação precisa considerar todo o ciclo de vida

Forma de papel ou de alumínio

Forma de papel ou de alumínio

Antes de declarar  se a melhor escolha é a forma de papel ou de alumínio e que um material é “mais sustentável” do que outro, é importante entender um conceito fundamental: ciclo de vida.

Uma análise ambiental não deve considerar apenas o momento em que uma embalagem ou forma é descartada: é necessário avaliar a extração e produção da matéria-prima, fabricação, transporte, utilização, possíveis processos de limpeza e higienização, reutilização, reciclagem e destino.

Não existe uma resposta universal para todos os tipos de embalagem. No caso específico das formas para assar, entretanto, existem características importantes que favorecem o uso do papel.

  1. Matéria-prima de origem renovável

Uma das principais diferenças entre os dois materiais está na origem da matéria-prima.

O alumínio é um metal produzido a partir de minério, em um processo industrial de elevada demanda energética. Ele pode ser reciclado repetidamente.

Existe, no entanto, uma diferença fundamental entre utilizar um material reciclável e utilizar um material cuja matéria-prima pode ser proveniente de uma fonte renovável.

O papel utilizado em soluções da Ecopack é produzido com papel certificado FSC®, proveniente de cadeias de fornecimento controladas e de florestas manejadas de forma responsável.

Ou seja, a sustentabilidade da forma de papel começa antes mesmo de ela chegar à linha de produção.

  1. Forma de papel pode reduzir etapas do processo produtivo

Sustentabilidade também significa usar menos recursos para realizar a mesma tarefa.

Uma das características das formas de papel Ecopack é que elas não precisam ser untadas. O papel possui propriedades antiaderentes e são desenvolvidas para facilitar o desmolde e reduzir a necessidade de gordura adicional.

Isso representa uma vantagem operacional importante. Em uma produção industrial, eliminar uma etapa aparentemente pequena pode significar:

  • menor consumo de óleo ou gordura;
  • menos tempo de preparação;
  • menor necessidade de limpeza;
  • redução de manipulação;
  • maior padronização;
  • menor geração de resíduos;
  • mais eficiência na linha de produção.

Quando multiplicamos essas pequenas economias por milhares ou milhões de unidades produzidas, o impacto operacional passa a ser significativo.

  1. A forma de alumínio pode liberar alumínio para o alimento?

Sim, a migração de alumínio para alimentos é um fenômeno reconhecido pelas autoridades de segurança de alimentos.

Em determinadas condições, íons de alumínio podem passar de materiais de contato para os alimentos. Esse processo é chamado de migração e pode ser influenciado por fatores como acidez, salinidade, temperatura e tempo de contato, segundo a European Food Safety Authority.

O Instituto Federal Alemão de Avaliação de Risco (BfR) demonstrou experimentalmente que alimentos mantidos em bandejas de alumínio não revestidas podem apresentar transferência de íons de alumínio.

Nos testes realizados pelo instituto, a migração foi particularmente relevante em alimentos ácidos submetidos a condições de aquecimento e manutenção de temperatura.

Isso também se aplica às formas de alumínio descartáveis: o fato de serem utilizadas uma única vez não impede a migração enquanto o alimento permanece em contato com o alumínio.

Alimentos ácidos ou salgados merecem atenção especial. Segundo o BfR, o alumínio apresenta maior solubilidade sob a influência de ácidos e sais, razão pela qual o instituto recomenda o uso de recipientes revestidos ou de outros materiais para determinadas aplicações.

É importante destacar que formas de alumínio destinadas ao contato com alimentos podem ser seguras quando produzidas e utilizadas de acordo com os requisitos aplicáveis. A legislação europeia, por exemplo, estabelece requisitos rigorosos para todos os materiais destinados ao contato com alimentos, incluindo metais e papel.

Nesse aspecto, a forma de papel apresenta uma característica importante: o alimento não precisa entrar em contato direto com uma superfície de alumínio durante o forneamento.

Para a indústria alimentícia, isso representa a eliminação de uma possível fonte de migração desse metal nessa etapa do processo.

A questão, portanto, não é afirmar que o alumínio seja inadequado para alimentos, mas reconhecer que o papel elimina o metal da interface direta com o produto.

  1. A forma de papel elimina a necessidade de lavagem

A forma de papel Ecopack é desenvolvida para uso único. Depois de assar, ela acompanha o produto até a etapa de embalagem, exposição, transporte e consumo.

Não há necessidade de:

  1. retirar o alimento da forma;
  2. lavar;
  3. utilizar detergentes;
  4. enxaguar;
  5. secar;
  6. armazenar;
  7. devolver a forma para a linha de produção.

Em uma operação que utiliza formas metálicas reutilizáveis, essas etapas precisam ser consideradas.

Para determinadas operações industriais, substituir a forma reutilizável por uma forma de papel pode simplificar significativamente o fluxo produtivo.

  1. Menos peso significa uma logística otimizada

Outro aspecto frequentemente esquecido nas comparações entre forma de papel ou de alumínio é o transporte. Uma forma de papel é leve e pode ser fornecida empilhada em grandes quantidades.

Esse modelo pode simplificar a logística e reduzir movimentações dentro e fora da indústria.

A própria Ecopack desenvolve formas compatíveis com linhas automatizadas e sistemas de desempilhamento, permitindo integração aos processos industriais modernos.

Em uma cadeia de produção de grande escala, logística também é sustentabilidade.

Quanto menos movimentações, retornos e etapas intermediárias forem necessários, mais eficiente pode ser o sistema.

  1. Forma de papel não é sinônimo de baixa resistência

Um dos antigos preconceitos sobre formas de papel é imaginar que elas não seriam capazes de suportar processos industriais. A tecnologia atual mostra o contrário.

As formas Ecopack são desenvolvidas para suportar temperaturas de até 220°C e congelamento até -18°C, mantendo estabilidade durante etapas como fermentação e forneamento. Além disso:

  • Embalagens de papel podem ser usadas no micro-ondas​
  • Possibilidade de usar detectores de metal no final da linha de produção​
  • Papel não é prejudicial à saúde​
  • Papel torna mais rápido o cozimento dos alimentos (economia de energia)​

A Ecopack desenvolve soluções compatíveis com linhas automáticas de alta velocidade. Isso é particularmente importante para produtos como:

  • panetones;
  • colombas;
  • bolos;
  • plumcakes;
  • muffins;
  • tortas;
  • produtos fermentados;
  • produtos congelados.

Portanto, a escolha pelo papel entre a forma de papel ou de alumínio não representa uma redução de desempenho.

  1. Papel e reciclagem: o fim de vida importa

Uma embalagem verdadeiramente pensada para a economia circular precisa considerar seu destino após o uso.

No portfólio da Ecopack, existem soluções desenvolvidas com diferentes características de sustentabilidade.

Isso permite que a escolha da forma seja feita de acordo com:

  • tipo de produto;
  • processo produtivo;
  • legislação local;
  • objetivos ambientais da empresa.

Não existe uma única solução sustentável para todos os produtos: existe a solução mais adequada para cada aplicação.

Forma de papel: eficiência que começa no forno, mas vai além

Para a indústria alimentícia, a escolha da forma precisa equilibrar muito mais do que resistência térmica.

É necessário considerar produtividade, automação, qualidade, segurança alimentar, logística, desperdício, custo operacional e destino. É nesse contexto que as formas de papel ganham espaço.

Na Ecopack, cada solução é desenvolvida para atender às necessidades específicas da panificação e da confeitaria, desde formas para produtos artesanais até soluções para linhas industriais de alta velocidade.

Com formas que suportam temperaturas de até 220 °C, congelamento até -18 °C, diferentes formatos e propriedades e compatibilidade com processos automatizados, o papel pode ser muito mais do que uma alternativa ao alumínio: pode ser uma ferramenta para tornar a produção mais eficiente.

Quer descobrir qual forma de papel é ideal para a sua produção?

Cada produto possui características específicas de massa, peso, formato, fermentação, forneamento, embalagem e logística. A escolha entre a forma de papel ou de alumínio considera vários fatores.

A Ecopack trabalha em parceria com a indústria para desenvolver e selecionar a forma mais adequada para cada aplicação.

Entre em contato com a equipe Ecopack e descubra como uma forma de papel pode contribuir para mais eficiência, padronização e sustentabilidade na sua produção.